Utilidade e simpatia: Hume contra o egoísmo cético

Autores

  • Andre Luiz Olivier da Silva
  • Adriano Naves de Brito

Palavras-chave:

Hume, empirismo na moral, utilidade, amor de si, simpatia

Resumo

O objetivo deste texto é apresentar o eixo da argumentação de Hume contra a tese cética de que o fundamento da moralidade e, por conseguinte, das distinções morais seja o amor de si, i. e., o egoísmo. Segundo Hume, as distinções morais estão fundadas no princípio da utilidade, que, entretanto, não deve ser compreendido como um princípio egoísta. A utilidade é por ele definida como aquilo que agrada, mas a investigação do gosto moral humano revela que, mediante a simpatia, também o que interessa aos demais agrada ao indivíduo, de sorte que, numa fundamentação não racional da moral, o egoísmo não tem, como alegam os céticos, de ser o seu fundamento.

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Publicado

2014-02-12

Como Citar

SILVA, Andre Luiz Olivier da; BRITO, Adriano Naves de. Utilidade e simpatia: Hume contra o egoísmo cético. Controvérsia (UNISINOS) - ISSN 1808-5253, São Leopoldo, v. 3, n. 1, p. 22–29, 2014. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/controversia/article/view/7051. Acesso em: 11 jun. 2026.

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