Matéria e felicidade:

a moral em Holbach

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/con.2023.193.08

Palavras-chave:

Determinismo. Felicidade. Iluminismo. Materialismo. Moral.

Resumo

Com base nas suas obras Sistema da natureza ou das leis do mundo físico e do mundo moral, de 1770, e A moral universal ou os deveres do homem fundamentados na sua natureza, de 1776, o objetivo deste artigo é tratar dos fundamentos teóricos e das consequências práticas da filosofia moral do pensador materialista e ateu e iluminista Barão de Holbach (1723-1789), a qual tem na felicidade a sua finalidade última, na educação e na política os seus meios concretos, e nas leis gerais da matéria, que seriam absolutamente físicas, seu fato primordial e, ao mesmo tempo, o seu principal desafio.

Biografia do Autor

Paulo Jonas de Lima Piva, Universidade Federal do ABC/UFABC

Bacharel, mestre e doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do programa de filosofia do Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC (CCNH-UFABC)

Misael Dutra, Universidade Federal do ABC

Graduando em Relações Internacionais e pesquisador de Iniciação Científica em filosofia na Universidade Federal do ABC (UFABC) 

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Publicado

2023-12-20

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