Educação e Sanitarismo no Brasil, um projeto eugenista realizado

Autores

  • Helio José Santos Maia Faculdade de Educação - Universidade de Brasília (FE/UnB)
  • Maria Abádia da Silva Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB)

DOI:

https://doi.org/10.4013/rlah.v5i15.693

Resumo

Este artigo procura estabelecer as bases nas quais se fundaram a saúde e a educação no Brasil para a percepção do movimento sanitarista do final do século XIX e início do século XX. Destaca sua influência na sociedade brasileira em geral e na educação em particular, e em seu auxílio, as correntes científicas da época que também contribuíram para o seu estabelecimento, como o darwinismo, o darwinismo social, a teoria microbiana das doenças, a eugenia e o higienismo, como sistemas de ideias e filosofia que influenciaram os médicos e educadores brasileiros. Como fundamento teórico histórico da análise utiliza-se a teoria de Geddes e Mumford que se baseia no estudo da técnica em diferentes períodos históricos caracterizando três fases: eotécnica, paleotécnica e neotécnica. Por fim, procuram-se os elementos desse passado da história do Brasil que estão presentes e são intervenientes no sistema educacional brasileiro nos nossos dias.

Biografia do Autor

Helio José Santos Maia, Faculdade de Educação - Universidade de Brasília (FE/UnB)

Doutorando em Educação do Programa de Pós-Graduação em Emducação da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, mestre em ensino de ciências (2011) pela mesma universidade, graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA - 1994), atua em formação continuada de professores e em Educação de Jovens e Adultos na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Maria Abádia da Silva, Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE/UnB)

Doutora em Educação, Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (PPGE/FE/UnB).

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Publicado

2016-08-24

Edição

Seção

Dossiê