Moeda social: possibilidades e limites – reflexões a partir da implantação do Ecobanco em uma Feira de Economia Solidária

Marilene Zazula Beatriz, José Aparecido de Oliveira, Lourdes Marchi, Glicimar Bueno, Gisele Carneiro

Resumen


Esta pesquisa teve como objetivo analisar as possibilidades e os limites da implantação da moeda social em uma Feira de Economia Solidária. A pesquisa se constituiu em um estudo de caso e teve como participantes os integrantes da Feira Permanente de Economia Solidária – a saber: os empreendimentos econômicos solidários e as entidades de apoio – que acontece uma vez por mês, em um bairro, na cidade de Curitiba – Paraná. Os dados foram abordados por meio de observações assistemáticas durante o período da feira, por registros de reuniões de avaliação da equipe do Ecobanco, além das reuniões de avaliação das feiras. O período de análise se estendeu de abril de 2011 a agosto de 2012. Para o tratamento dos dados, empregaram-se procedimentos descritivo- qualitativos. Conclui-se que a moeda social teve forte impacto na dinâmica de comercialização dos produtos na feira e que é necessário criar estratégias para que as pessoas compreendam a função de um banco comunitário que atue de forma mais ampla do que apenas no dia da Feira de Economia Solidária. Percebeu-se, com isso, que as questões relativas ao debate político e estratégico da implantação de um banco comunitário ainda não conquistaram o devido espaço no debate dos integrantes da feira analisada.

Palavras-chave: economia solidária, moeda social, feira de economia solidária.


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