Utilidade e simpatia: Hume contra o egoísmo cético

Andre Luiz Olivier da Silva, Adriano Naves de Brito

Resumo


O objetivo deste texto é apresentar o eixo da argumentação de Hume contra a tese cética de que o fundamento da moralidade e, por conseguinte, das distinções morais seja o amor de si, i. e., o egoísmo. Segundo Hume, as distinções morais estão fundadas no princípio da utilidade, que, entretanto, não deve ser compreendido como um princípio egoísta. A utilidade é por ele definida como aquilo que agrada, mas a investigação do gosto moral humano revela que, mediante a simpatia, também o que interessa aos demais agrada ao indivíduo, de sorte que, numa fundamentação não racional da moral, o egoísmo não tem, como alegam os céticos, de ser o seu fundamento.

Palavras-chave


Hume, empirismo na moral, utilidade, amor de si, simpatia

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