Prudência e astúcia na ética aristotélica: um estudo sobre as capacidades intelectuais que acompanham a prudência

Fernando Rodrigues Montes D'Oca

Resumo


O objetivo principal do presente artigo é apresentar a diferença entre o prudente (phrónimos) e o astuto (panoúrgos) na Ethica Nicomachea (EN) de Aristóteles, ou ainda, é tentar entender se estes dois tipos morais diferem apenas moralmente ou também racionalmente. Procede-se, para tanto, com: a) uma apresentação da prudência (phrónēsis), da habilidade (deinótēs) e da astúcia (panourgía) na EN; b) uma apresentação das disposições intelectuais que acompanham a prudência, sýnesis (discernimento), gnómē (juízo) e noûs (razão intuitiva), na EN; e c) uma análise sobre se tais disposições são de fato disposições (héxeis) ou se são capacidades (dynámeis) intelectuais.

Palavras-chave


prudência, astúcia, habilidade, capacidades, disposições

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