O problema da indução: de Hume a Popper

Evelise Rosane Treptow Laux

Resumo


A partir da concepção de David Hume sobre a elaboração de conceitos científicos tendo como ponto de partida os conceitos elaborados a partir de observações sensíveis, vamos investigar um pouco da sua argumentação sobre a questão da indução como método para o desenvolvimento da ciência. Hume cria toda uma teoria sobre a aquisição de conhecimento tendo por base a causalidade como método, para posteriormente criticá-la naquilo que, na sua interpretação, não a ratifica como um método seguro e certo para a formulação de conceitos de leis científicas e físicas. Transformar em universal uma lei (evento) particular é algo que para Hume não deve deixar dúvida quanto à sua veracidade lógica/estrutural. Sua investigação é no sentido de encontrar alguma coisa que sirva de conexão entre um efeito e sua esperada e suposta causa. Para Hume, a questão da indução passa a ser a pedra de toque de sua filosofia. Vamos tentar entrelaçar os prós e os contras de suas argumentações com as teorias de Karl Popper. As argumentações e tentativas de validação da indução como método para o progresso da ciência ontem e hoje são objeto de pesquisa constante e ininterrupta.

Palavras-chave


Hume, Crítica, Indutivismo, Ceticismo

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