Vontade e liberdade no cristianismo: de São Paulo a Santo Agostinho

Rodrigo Moreira de Almeida (UFES)

Resumo


Esse artigo é dividido em três partes. Na primeira parte, examinarei a compreensão que o Novo Testamento, particularmente as epístolas paulinas, tem dos conceitos de vontade e liberdade. Na segunda parte, analisarei a compreensão dos Padres gregos desses mesmos conceitos e, por fim, na última parte, exporei a visão de Santo Agostinho a respeito da vontade e da liberdade, a partir de suas formulações na polêmica contra o monge Pelágio. Minha hipótese é que existe uma tensão não resolvida, dentro do texto no Novo Testamento, entre o livre-arbítrio humano e a iniciativa divina, e foi a teologia cristã posterior a responsável por enfatizar um ou outro desses dois polos tensionais, a depender das circunstâncias históricas.


Palavras-chave


Liberdade; Vontade; Novo Testamento; Padres Gregos; Santo Agostinho

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