Formalismo e contextualismo estéticos e além

o caso de The Railway Station (1862), de William Frith

Autores

  • Henrique Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE https://orcid.org/0000-0002-4999-0397
  • Victor Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
  • Pedro Universidade Federal de Minas Gerais - UFGM

DOI:

https://doi.org/10.4013/con.2026.222.06%20

Palavras-chave:

Emoção estética. Identificação artística. Historicidade subjetiva.

Resumo

O presente artigo tem como objetivo discutir, a partir da obra The Railway Station (1862), de William Frith, o que define uma obra de arte nas perspectivas de Clive Bell, Arthur Danto e Mário Pedrosa. A pesquisa parte da análise da pintura, que retrata a vida vitoriana e as transformações sociais da Inglaterra industrial, para examinar como cada autor compreende a relação entre forma, contexto e significado, assim como compreendem o que é uma obra de arte. Metodologicamente, o estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e análise comparativa, articulando a leitura da obra com a exposição das teorias estéticas selecionadas. Concluímos que Bell privilegia a forma significativa e exclui a obra em razão de seu caráter narrativo. Já Danto a reconheceria como arte por seu pertencimento ao mundo da arte, por sua carga interpretativa e por sua capacidade de materializar o que foi internalizado pelo artista. Pedrosa, por sua vez, também a reconheceria como obra de arte, quando considerada a sua filosofia da arte que integra forma, historicidade, subjetividade e a dimensão universal da experiência artística.

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Publicado

2026-09-26

Como Citar

MATA DE VASCONCELOS, Henrique; APARECIDO LOPES, Victor; NUNES FERREIRA ALVES, Pedro. Formalismo e contextualismo estéticos e além: o caso de The Railway Station (1862), de William Frith. Controvérsia (UNISINOS) - ISSN 1808-5253, São Leopoldo, v. 22, n. 2, p. 98–110, 2026. DOI: 10.4013/con.2026.222.06 . Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/controversia/article/view/29506. Acesso em: 27 set. 2026.