Facebook como espaço de ação virtual: uma análise sobre as reações discursivas na fan page de um movimento ambiental

Autores

  • Erika Cristina Dias Nogueira Mestranda do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET/MG
  • Lilian Aparecida Arão Professora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET/MG

Resumo

Este artigo tem como finalidade mapear as reações discursivas encontradas em comentários de internautas-leitores em um post do movimento ambiental Greenpeace Brasil no Facebook e avalia, primariamente, como tais reações podem vir a interferir na visibilidade pública e legitimidade do movimento, construídas pelo discurso publicado no site. A hipótese do trabalho é a de que, pelas reações, os internautas podem conquistar a expressão política que desejam, porém, possuem níveis limitados de conversação e participação, podendo ser incapazes de contribuir para a visibilidade e legitimidade da instituição. Buscamos identificar as características das reações e os níveis de participação depreendidos e, por fim, analisar, primariamente, a interferência de tais reações. Para isso, adotamos como pressupostos teóricos a Teoria Semiolinguística de Patrick Charaudeau e outras teorias sobre a subjetividade digital, bem como algumas discussões mais filosóficas sobre o alcance das redes sociais.

Palavras-chave: rede social, movimento ambiental, reações discursivas.

Biografia do Autor

Erika Cristina Dias Nogueira, Mestranda do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET/MG

Estudante do último ano do Mestrado em Estudos de Linguagens do CEFET-MG. Bolsista pela Capes.

Lilian Aparecida Arão, Professora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET/MG

Doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG.
Professora no Programa de Pós-graduação do CEFET-MG.

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Publicado

2015-11-10

Como Citar

Nogueira, E. C. D., & Arão, L. A. (2015). Facebook como espaço de ação virtual: uma análise sobre as reações discursivas na fan page de um movimento ambiental. Calidoscópio, 13(3), 353–362. Recuperado de https://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/cld.2015.133.07