“Você é a primeira pessoa para quem eu conto isso”: crianças-soldados como fontes testemunhais no jornalismo internacional

Angela Zamin, Cleusa Jung, Taiz Richter

Resumo


O artigo analisa reportagens que abordam a presença de crianças-soldados em conflitos armados, um crime de lesa-humanidade. Tendo como objetivo investigar que fontes são acionadas, e como o são, organizamos um mapeamento da cobertura de internacional de O Estado de S. Paulo, no período 2007–2016, partindo das unidades de registro “meninos soldados” e “crianças-soldados”. Para tanto, empregamos a metodologia da Análise de Conteúdo (Bardin, 2011; Fonseca Júnior, 2012; Herscovitz, 2007), por meio de um Protocolo de Análise de Fontes, que, por sua vez, considera o estatuto de fonte jornalística (Santos, 1997; Ericson et al., 1991). Identificamos 87 fontes, das quais 14 eram meninos-soldados ou escravas sexuais, testemunhas vítimas de conflitos armados. Também analisamos reportagens especiais sobre a África que versam sobre o tema em estudo.

Palavras-chave: jornalismo internacional, conflito, meninos-soldados, fontes testemunhais, Análise de Conteúdo.


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