Uma análise de atos de fala implicaturados em cartazes

Autores

  • Morgana Fabiola Cambrussi Docente da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS, Campus Chapecó, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Linguística e ao Curso de Graduação em Letras.
  • Tatiana Alves Grupo Santa Rita, Unidade Chapecó-SC.

DOI:

https://doi.org/10.4013/ver.2016.30.74.05

Resumo

Neste artigo, são analisados enunciados performativos implicaturados em cartazes à luz da teoria dos Atos de Fala de Austin e da teoria de Máximas Conversacionais de Grice. O objetivo do estudo é demonstrar como certos atos de linguagem podem ser veiculados por meio da violação de máximas conversacionais. Além disso, argumenta-se que esses atos têm como propósito levar o interlocutor a agir de acordo com padrões socialmente aceitos e, para isso, sustentam-se em uma tomada de consciência do leitor. O resultado da análise aponta para uma atividade de linguagem imperativa, por meio da qual performativos de ordem indiretos são implicaturados.

Palavras-chave: atos de fala, máximas conversacionais, implicaturas.

Biografia do Autor

Morgana Fabiola Cambrussi, Docente da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS, Campus Chapecó, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Linguística e ao Curso de Graduação em Letras.

Doutora e mestre em Linguística. Docente da Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS, Campus Chapecó, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Linguística e ao Curso de Graduação em Letras.

Tatiana Alves, Grupo Santa Rita, Unidade Chapecó-SC.

Docente do Grupo Santa Rita, Unidade Chapecó-SC. Graduada em Letras, com habilitação nas línguas portuguesa e espanhola. Desenvolve pesquisas sobre linguagem e performatividade.

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Publicado

2016-02-20

Edição

Seção

Artigos