Kruk, Kuruk, Kuruca: genocídio e tráfico de crianças no Brasil imperial

Vânia Maria Losada Moreira

Resumo


Durante o século XIX, o comércio de kurucas (crianças) afetou profundamente os povos jê que habitavam vastas regiões nas províncias de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia, especialmente os botocudos (borum). Neste artigo, o tráfico infantil e o conceito de genocídio são postos vis-à-vis na análise das fontes, segundo a tese de que o tráfico não era um problema isolado e pontual, pois que estava imbricado nas políticas de colonização, de criação e gestão de mão de obra e de consolidação da soberania do Estado imperial sobre o território.


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DOI: https://doi.org/10.4013/hist.2020.243.05



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