Construtos audiovisuais de vigilância e privacidade: interfaces entre tecnocultura e tecnopolítica e os sentidos de hacktivismo em jogos digitais

Camila de Ávila, Leonardo Andrada de Mello

Resumo


Partindo da franquia Watch Dogs, buscamos refletir sobre os sentidos de hacktivismo em jogos digitais, a partir de construtos audiovisuais de vigilância e privacidade, com uma visada tecnocultural e tecnopolítica. A série de jogos aborda conceitos de cibersegurança; vigilância; big data; privacidade; e controle social, trazendo em si a presença da cultura hacktivista, a partir do coletivo DedSec. Identifica-se a questão estética com bastante potência ao pensarmos nessa construção de sentidos e de construtos dentro do espaço do jogo. Portanto, não apenas nas práticas da construção da imagem de coletivos hacktivistas, mas também a construção da representação de construtos audiovisuais de vigilância e privacidade em jogos digitais se mostram como ricos cenários de experimentação para uma estética crítica.

Palavras-chave: Jogos Digitais. Tecnocultura. Tecnopolítica.


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DOI: https://doi.org/10.4013/fronteiras.v22i3.20899



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