Trapaça, abstração e a tese heideggeriana “O animal é pobre de mundo”. Leituras de MacIntyre e Derrida

Kelly Cristini Rocha da Silva Ferreira

Resumo


A tese heideggeriana “o animal é pobre de mundo” é bastante conhecida. Associada às teses “a pedra é sem mundo” e “o homem é formador de mundo”, foi afirmada por Heidegger para examinar a condição de estar no mundo do homem. O presente estudo dedica-se ao exame daquela tese heideggeriana, a partir das leituras que lhe conferiram Alasdair MacIntyre e Jacques Derrida. A opção pelas abordagens críticas de MacIntyre e Derrida se deve a que ambas compartilham de um mesmo ponto em comum: Heidegger, ao desenvolver sua tese, não alcançou superar a tradição filosófica que traça uma linha divisória precisa e estanque entre “o homem” e “o animal”, entre “a humanidade” e “a animalidade”.


Palavras-chave


MacIntyre, Derrida, animais, abstração

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