O sentido originário da Verdade: Heidegger com Aristóteles

Alexandre Rubenich

Resumo


O tema da verdade, em Heidegger, é bastante caro para o desenvolvimento de sua filosofia. A crítica contumaz da metafísica empreendida por Heidegger enquanto história do esquecimento do ser somente se tornou possível devido à sua intuição originária com respeito ao problema que a mesma suscita em relação à questão do ser e do sentido que se mostra como. Heidegger dedicou-se à leitura cuidadosa de Aristóteles, desde a sua primeira aproximação por intermédio da leitura de Brentano, bem como, e talvez decisivamente, através da fenomenologia de Husserl e de sua exigência da aprendizagem do ver fenomenológico. Com efeito, o que o presente estudo se propõe é acompanhar o princípio da investigação de Heidegger em torno do pensamento de Aristóteles a partir do que já vinha apontado, como tarefa, no seu relatório de Natorp, de 1922, bem como desde a sua preleção, realizada em Marburgo, no semestre de inverno de 1924/25, intitulada Platão: o Sofista (GA 19), onde o filósofo apresenta alguns destes resultados, dedicando-se, pois, ao desenvolvimento da questão da verdade a partir das virtudes dianoéticas explicitadas no livro VI da Ética a Nicômacos.

Palavras-chave


metafísica, verdade, Fenomenologia

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