As paixões naturais e as ações humanas voluntárias em Thomas Hobbes

Delmo Mattos da Silva

Resumo


Neste artigo, procuroam-se examinar as razões pelas quais se originam e procedem as ações humanas em Hobbes. Primeiramente, evidencia-se que as ações humanas procedem dos movimentos voluntários, e que tais movimentos são responsáveis pelo processo de deliberação humana. Em seguida, discute-se o papel da vontade em relação às ações voluntárias, ressaltando, sobretudo, como esstas ações constituem-se em ações livres, de “agentes livres”. Com base nisso, é possível pensar como as ações livres, em um estado de liberdade natural, tornam-se um empecilho, para o filósofo em questão, à conservação da vida e à manutenção da segurança entre os homens. Trata-se, portanto, de uma breve exposição das especificidades do “homem natural” no contexto de liberdade natural ou estado de natureza, tal como é proposto por Hobbes.

Palavras-chave


paixões, ações humanas, conatus, determinismo

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