Uma crítica à postura intencional de Dennett

Márcio Francisco Rodrigues Filho (Unisinos)

Resumo


Neste artigo, critico um pressuposto da ferramenta pragmatista da filosofia da mente dennettiana, os Sistemas Intencionais: a teoria requer a atribuição de intencionalidade a Sistemas Complexos, como, por exemplo, cães, gatos e animais humanos, independentemente desses sistemas possuírem ou não estados mentais. Dennett não se compromete com a ontologia das mentes, pois é tudo uma questão de saber se a sua “teoria preditiva funciona”, ou seja, se ela é útil. Argumento que esse pressuposto é inútil apresentando a distinção entre ontologias atribuídas e derivadas no que se refere a estados mentais, mostrando que Dennett ignora essa distinção injustificadamente em favor da “utilidade” da sua tese. O trabalho se dará em três partes. Na primeira, apresento o conceito que irei criticar, depois apresento as razões que sustentam minhas críticas e, no final, lanço um diagnóstico do que parece ter ocasionado o erro pragmatista.

Palavras-chave


Postura intencional; Pragmatismo; Crenças; Desejos; Dennett.

Texto completo: PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


ISSN: 1808-5253 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 3.0

São Leopoldo, RS. Av. Unisinos, 950. Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022-000. Atendimento Unisinos +55 (51) 3591 1122