O enigma do mal no pensamento de Emmanuel Lévinas

Autores

  • Márcio Antônio de Paiva Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
  • Luiz Fernando Pires Dias Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.4013/fsu.2012.132.03

Resumo

Este artigo trata do enigma do mal, questão que perpassa, direta ou indiretamente, todo o itinerário filosófico de Emmanuel Lévinas. O filósofo lituano atribuiu nova dimensão ao problema do mal, caracterizando-o como excesso e não como ausência de ser. Tal reestruturação está coadunada à rigorosa crítica ao modelo ontológico, presente em sua obra. Na busca do sentido do humano, Lévinas estabeleceu a ética como filosofia primeira, concedendo precedência à ordem do Bem, instância anterior ao ser e ao saber, na qual pode ser vislumbrada uma possibilidade de superação do mal. 

Palavras-chave: alteridade, Bem, ética, Lévinas, mal.

Biografia do Autor

Márcio Antônio de Paiva, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Doutor em filosofia pela Gregoriana de Roma e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da PUC Minas. Av. Dom José Gaspar, 500 - Prédio 1 - Bairro Coração Eucarístico - BH - MG.

Luiz Fernando Pires Dias, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Mestre em Ciências da Religião e bacharel em Filosofia pela PUC Minas. Av. Dom José Gaspar, 500 - Prédio 1 - Bairro Coração Eucarístico - BH - MG.

Downloads

Publicado

2012-03-12

Edição

Seção

Artigos