A normatividade do raciocínio instrumental e o problema do escopo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/fsu.2026.272.04

Palavras-chave:

crença; raciocínio; intenção; normatividade; racionalidade

Resumo

O objetivo deste artigo é explorar as possíveis respostas à seguinte questão: em que sentido podemos dizer que o raciocínio instrumental é normativo? O raciocínio instrumental é entendido aqui como um requisito racional que nos guia na formação de intenções dirigidas aos meios necessários para atingir os fins intencionados. A partir do desenvolvimento de John Broome (1999, 2013), sustento que requisitos racionais não implicam, por si só, razões, especialmente razões que poderiam supostamente ser derivadas de uma relação meio-fim, característica do raciocínio instrumental. O debate em torno da normatividade do raciocínio instrumental depende amplamente do tipo de escopo que atribuímos aos requisitos racionais. Argumento que requisitos racionais possuem escopo amplo e que tal concepção evita típicas confusões sobre a relação entre racionalidade e normatividade, enfraquecendo, assim, a tese de que o raciocínio instrumental depende de um fundamento normativo independente.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Downloads

Publicado

2026-09-15

Como Citar

RUI, Matheus de Lima. A normatividade do raciocínio instrumental e o problema do escopo. Filosofia Unisinos, São Leopoldo, v. 27, n. 2, p. 1–15, 2026. DOI: 10.4013/fsu.2026.272.04. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/filosofia/article/view/29436. Acesso em: 16 set. 2026.

Edição

Seção

Artigos