Etnomatemática insurgente: epistemologias do sul e práticas decoloniais no ensino da matemática
DOI:
https://doi.org/10.4013/cld.2025.216.06Resumo
Este artigo propõe uma reflexão teórico-epistemológica sobre a etnomatemática insurgente como paradigma de ruptura com a racionalidade moderna hegemônica no ensino da matemática. A partir de uma abordagem bibliográfica crítica e de uma hermenêutica decolonial, investiga epistemologias indígenas e afro-brasileiras como expressões legítimas de racionalidade. Ao rejeitar a subalternização dos saberes não ocidentais, propõe um currículo que reinsere corpo, mito, ritmo e ancestralidade como categorias epistêmicas. Sustenta que essas práticas não só coexistem com a matemática moderna, mas a desafiam. A insurgência, aqui, afirma mundos outros — geometrias vividas e saberes resistentes ao apagamento.
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