Do normativo à pluralidade: percepções de professores sobre o ensino de inglês como língua franca no contexto do Novo Ensino Médio
DOI:
https://doi.org/10.4013/cld.2025.216.03Palavras-chave:
Inglês como Língua Franca, Novo Ensino Médio, Percepção DocenteResumo
Diante do cenário globalizado e da crescente utilização da língua inglesa (LI) por falantes de todo o mundo, a LI vem se consolidando como uma língua franca (LF). Essa dinâmica desafia concepções tradicionais de pertencimento linguístico e desloca a centralidade das variedades nativas, favorecendo uma abordagem voltada à inteligibilidade e à interação em contextos diversos, especialmente nas práticas sociais mediadas pelas tecnologias digitais. Este artigo apresenta um recorte de uma dissertação de mestrado defendida em 2025, cujo objetivo específico, neste momento é analisar percepções de professores de língua inglesa sobre o ensino de LI na perspectiva de LF no contexto das escolas piloto do Novo Ensino Médio, localizadas na rede estadual de Jaraguá do Sul/SC. O estudo, de natureza qualitativa, interpretativa e exploratória, utiliza entrevistas semiestruturadas, e grupo de interlocução como instrumentos de geração de dados. Os resultados indicam que, embora o termo inglês como língua franca (ILF) seja reconhecido por parte dos professores, a compreensão de seu significado e implicações pedagógicas ainda é incipiente, revelando uma lacuna na formação docente. Aponta-se, assim, a necessidade de ampliar o debate e a formação sobre ILF no âmbito da educação pública, visando uma prática pedagógica mais condizente com os contextos comunicativos contemporâneos.
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