O contínuo atmosférico mediático e o problema da comunicação: a crise do político e o movimento conservador

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4013/qt.2021.918.05

Resumo

 Desde o início do século passado, inúmeros estudos sobre a comunicação e seus fenômenos foram debatidos. No entanto, nenhuma das teorias propostas realmente deu conta de questionar o fenômeno comunicacional, principalmente depois dos acontecimentos do campo político que levaram à ascensão de líderes de extrema-direita ao poder. Ciente da importância da comunicação e da informação nessas transformações sociais, Ciro Marcondes Filho se lança ao desafio de repensar as teorias de comunicação. Este texto traz para discussão a constatação de um contínuo atmosférico mediático, conceito inacabado de Marcondes Filho, que contém múltiplas potencialidades para se discutir as questões pungentes do contemporâneo, em especial a crise do político e o movimento conservador.

Biografia do Autor

Benedito Diélcio Moreira, Pesquisador e professor Associado da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT

Doutor em Educação pela universidade de Siegen, Alemanha. Pesquisador e professor Associado da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, atuando no Programa de Pós-graduação em Cultura Contemporânea.

Deodato Rafael Libanio, Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo

Graduado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Membro do grupo FiloCom. O pesquisador conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), processo nº 2019/11739-3. E-mail:
deodatorafael@usp.br.

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Publicado

2022-02-07

Como Citar

MOREIRA, B. D.; LIBANIO, D. R. O contínuo atmosférico mediático e o problema da comunicação: a crise do político e o movimento conservador. Questões Transversais, São Leopoldo, Brasil, v. 9, n. 18, 2022. DOI: 10.4013/qt.2021.918.05. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/questoes/article/view/23853. Acesso em: 25 jun. 2022.