Entre o comunitário, o popular e o contra- hegemônico: limites teóricos e aproximações cotidianas

Carla Baiense Felix, Mariana Pitasse Fragoso, Andrew Costa

Resumo


Sob a pressão das intensas transformações ocorridas na cidade do Rio de Janeiro, nas áreas de habitação e segurança pública, diversos coletivos de comunicação comunitária locais criam novas formas de produção e circulação de mensagens que buscam assegurar a permanência no território e os direitos básicos dos moradores de favelas. Essa comunicação do cotidiano, que se utiliza das redes, mas também do espaço público, não se limita às classificações tradicionais, que restringem as fronteiras do comunitário. Neste artigo, problematizamos a diferenciação entre a comunicação comunitária, popular e contra-hegemônica a partir de reflexões que surgem da prática de dois desses novos movimentos, confrontando-as com as teorizações do campo.

Palavras-chave


comunicação comunitária; comunicação popular; cotidiano; Maré Vive; Vila Autódromo

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