Lana Del Rey, uma doce serial killer: congraçamento, sublimação e catarse no Lollapalooza Brasil

Cláudio Rodrigues Coração, William David Vieira

Resumo


De volta ao Brasil após cinco anos sem se apresentar no país, a cantora Lana Del Rey integrou o line-up do festival Lollapalooza Brasil 2018. Neste artigo, perscrutamos como o espetáculo da cantora, encarado por nós como uma obra artística reconfigurada no contexto contemporâneo e deslocada de lógicas canônicas dessa estética, configura-se como possibilidade de fruição a partir de três categorias – congraçamento, sublimação e catarse –, tendo seu apogeu experiencial na canção Serial Killer. Engendramos um percurso metodológico que perpassa discussões sobre performance e corpo, apoiando-nos em vertentes que abordam representatividade e possibilidade de experiência. O concerto veste uma “prática estética” sui generis, de modo a tensionar reconfigurações poéticas dos indivíduos e da artista.

Palavras-chave: Performance. Corpo. Congraçamento. Sublimação. Catarse.


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