Edifício Pernambuco: espacialidades da música ao vivo no projeto ExcentriCidades através de uma constelação de conceitos

Jeder Silveira Janotti Junior, Laís Barros Falcão de Almeida

Resumo


A reocupação do Edifício Pernambuco, localizado no centro de Recife, por negócios criativos, traz uma nova forma de territorializar o consumo de música na cidade e levanta questionamentos conectados com as ideias de espaço, cena cultural e multiterritorialidade. Uma “constelação de conceitos” então é evocada buscando a compreensão das espacialidades criadas pela música no projeto ExcentriCidades, organizado pelo Coletivo Sexto Andar, no Edifício Pernambuco. A música que atravessa o evento faz parte de uma rede que, através de escutas conexas em meio a uma multiplicidade de expressões artísticas, exige dos músicos um enfretamento do espaço, do ruído, desconstruindo aquilo que se espera de um show, no sentido tradicional. Assim, os eventos musicais do ExcentriCidades criam paisagens culturais, em outras palavras, representações ou emulações espaciais e, por outro lado, criam múltiplas possibilidades de entrar e/ou sair das cenas culturais que são acionadas durante esses eventos.

Palavras-chave: espaço, multiterritorialidades, cena musical, ExcentriCidades, escuta conexa.


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