A bandeira vermelha e negra: posições políticas e estratégias anarquistas frente à Revolução Russa no Brasil

Autores

  • Kauan Willian dos Santos Universidade de São Paulo
  • André Santoro Fernandes Universidade Federal de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.4013/rlah.v7i19.895

Palavras-chave:

Anarquismo. Revolução Russa. Movimento operário-Brasil. Sindicalismo Revolucionário.

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar as principais posições e debates dos militantes anarquistas no Brasil diante da Revolução Russa, evento que influenciou suas estratégias e táticas políticas, bem como sua inserção no movimento operário no país. Primeiramente, parte-se de um debate acerca do anarquismo no país em relação às propostas de alianças e partidos dentro do movimento libertário desde a eclosão da Primeira Guerra Mundial, revelando também as tendências dos militantes em torno da Revolução Russa, principalmente do jornal A Plebe. Posteriormente, trazemos a trajetória política do jornal Spártacus, do Rio de Janeiro, a partir de 1919, a fim de exemplificar e complexificar o tema proposto.

Biografia do Autor

Kauan Willian dos Santos, Universidade de São Paulo

Doutorando em História Social pelo Programa de Pós-Graduação em História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), bolsista pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

André Santoro Fernandes, Universidade Federal de São Paulo

Mestrando em História pela Escola de Filosofia Leltras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo

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Publicado

2018-05-24