Não basta ser oficial: o professor normalista nas Escolas de Aprendizes Marinheiros do Brasil e a cultura escolar institucional
DOI:
https://doi.org/10.4013/rlah.v7i19.733Resumo
Esse texto discute a inclusão do professor normalista no corpo formador das Escolas de Aprendizes Marinheiros do Brasil e a cultura escolar dessa instituição. Baseado na legislação o estudo utilizou como fonte principal os regulamentos dessas escolas, analisando os Decretos: 1517 de 04/01/1855, 9371 de 14/02/1885, 6234 de 14/11/1906, 6582 de 01/08/1907 e 9386 de 28/02/1912. A concepção de cultura escolar fundamenta-se em Julia (2001). A inclusão do professor normalista nessa instituição ocorreu em 1912, fruto da concepção da elite marítima em relação às necessidades formativas do Século XX. Destaca-se uma cultura escolar institucional voltada para a valorização de um professor com sentimentos elevados de patriotismo e de amor à profissão, civilizado, educado moral e intelectualmente, além de detentor de conhecimentos pedagógicos e de experiência didática.
Palavras-chave: Escola de Aprendizes Marinheiros. Professor normalista. Cultura escolar.