Na trilha d’El Dipló: notas da história de Le Monde Diplomatique na América Latina

Autores

  • Juliana Sayuri Ogassawara Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP)

DOI:

https://doi.org/10.4013/rlah.v5i16.542

Palavras-chave:

Le Monde Diplomatique, Imprensa, Intelectuais

Resumo

Este artigo aborda a trajetória das edições latino-americanas do periódico francês Le Monde Diplomatique. Fundado em maio de 1954, em Paris, Le Monde Diplomatique conquistou dimensões internacionais ao longo de sua trajetória, principalmente nas direções do jornalista francês Claude Julien (entre 1973 e 1990) e do sociólogo espanhol Ignacio Ramonet (entre 1990 e 2008), consolidando diversas edições internacionais, alinhadas à sua perspectiva crítica em relação ao neoliberalismo e ao imperialismo. Este artigo foca a versão publicada em Buenos Aires, considerada a principal edição latino-americana, fundada por iniciativa do argentino Carlos Gabetta, diretor de Le Monde Diplomatique Edición Cono Sur entre 1999 e 2011. Ancorado na história dos intelectuais e na história do tempo presente, este artigo aborda as relações entre intelectuais franceses e argentinos na consolidação de uma experiência singular da imprensa.  

Biografia do Autor

Juliana Sayuri Ogassawara, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP)

Jornalista, mestre e doutoranda do programa de História Social na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Desenvolve estudo sobre o Le Monde Diplomatique, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Tem experiência nas áreas de Jornalismo e História, com ênfase em História Contemporânea, História dos Intelectuais e História do Tempo Presente.

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Publicado

2016-12-14

Edição

Seção

Artigos