Un urbanismo post-tecnológico para alcanzar la “Ciudad Invisible”
DOI:
https://doi.org/10.4013/arq.2013.91.01Resumo
En la actualidad comenzamos a ser conscientes de que las operativas urbanísticas excesivamente tecnocráticas generan una respuesta de desapego del ciudadano, sin demostrarse realmente mejores resultados que con otros métodos menos cerrados. En este ensayo se exponen diversas aproximaciones que discuten sobre la conveniencia de una baja definición de la realidad y de su planificación. Se concluye que un urbanismo con una vertiente más infraestructural y menos finalista presenta unas cualidades que tienden a mejorar las condiciones sociales y la democratización real de los procesos de ordenación urbanística.
Palabras clave: post-cíber-urbanismo, baja definición, urbanismo infraestructural.
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