“Uns três congos e alguns angolas” ou os outros africanos da Bahia

Lucilene Reginaldo

Resumo


Este artigo discute a constituição, no final do século XIX e início do século XX, de um importante paradigma para os estudos afro-brasileiros. Definidos a partir do reconhecimento de uma hierarquia entre os povos africanos, os estudos inaugurais da Escola Baiana de Antropologia muito colaboraram para a visibilidade dos africanos ocidentais – nagôs e malês – nos estudos afro-baianos de várias gerações e, como contraponto, para a invisibilidade de outros grupos – angolas e outras “nações” centro-africanas. De outra parte, o texto apresenta um dos mais destacados espaços de visibilidade dos africanos centrais na Bahia: as irmandades, especialmente aquelas dedicadas ao culto do Rosário de Nossa Senhora.

Palavras-chave: africanos na Bahia, estudos afro-brasileiros, angolas na Bahia, irmandades.

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