Larp sem fronteiras: um estudo sobre como os territórios ocupados palestinos refletem nas práticas lúdicas em diferentes países

Tadeu Rodrigues Iuama, Jorge Miklos

Resumo


Este estudo objetiva, por meio da pesquisa bibliográfica e do relato etnográfico, discutir o conceito de fronteira no âmbito dos larps (live action role play) desenvolvidos por palestinos e executados em países como Brasil e Finlândia, além do próprio Estado da Palestina, seja por meio de registros escritos por outros participantes, seja por meio de reflexões a partir da participação. Ainda que seja um artigo do campo da Comunicação, buscamos um quadro teórico interdisciplinar, com particular destaque para Mircea Eliade (Ciência da Religião), Carl Jung, Jacob Moreno e Donald Winnicott (Psicologia), Johan Huizinga (Ludologia), no âmbito de melhor abraçar a complexidade do tema. Dentre os achados de nosso percurso, destacamos que o larp poderia ser visto como um entre-lugar transitório, um espaço de diálogo entre o eu e o outro, entre o imaginário e o concreto, entre o subjetivo e o objetivo. Por conta disso, evidencia-se um ambiente que favorece o surgimento de processos comunicacionais entre os participantes.

Palavras-chave: Comunicação. Imaginário. Fronteiras. Palestina. Larp


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ISSN: 1984-8226 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

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