A TRANSFORMAÇÃO DO ESCRITOR EM PORTUGAL NO SÉCULO XIX

Rodrigo do Prado Bittencourt

Resumo


Este artigo busca analisar o embate entre românticos e realistas/naturalistas em Portugal, no século XIX. Analisa também a integração do escritor ao sistema capitalista. Este passa a ser explorado pelo capitalista (editor).  O lucro e a acumulação adentram no âmbito da produção literária. O escritor já não é mais alguém ligado à aristocracia. Agora, ele depende do lucro de suas vendas para poder sobreviver. É importante notar que no século XIX, pela primeira vez na História, um escritor lusitano passou a viver apenas das vendas de seus livros: Camilo Castelo Branco. Agora, vender livros é extremamente importante e por causa disso as lutas entre as escolas literárias tornam-se ainda mais virulentas. Afinal, agora, trata-se da sobrevivência material imediata. Além da antiga disputa por glória e posteridade.

 


Palavras-chave


Portugal; século XIX; Realismo; Romantismo; escolas literárias.

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