Domingos Evangelista, tradutor de Ferrière: reflexões a propósito de uma tradução conservadora de l’école active

Joaquim António de Sousa Pintassilgo, Alda do Carmo Namora Soares de Andrade

Resumo


O presente texto tem por finalidade contribuir para uma reflexão sobre o sentido das apropriações de natureza conservadora e católica da Escola Nova realizadas durante a fase inicial do Estado Novo português e é parte de um projeto mais vasto que visa delimitar os contornos daquilo que António Nóvoa designa por “pedagogia nacionalista”. Tomaremos como exemplo a produção escrita de um educador que assume, desse ponto de vista, um papel paradigmático, Domingos Evangelista, e, em particular, a tradução que fez de uma obra de Adolphe Ferrière, A Escola Activa (1934). Uma vez que usamos a noção de “tradução” em um sentido amplo, não apenas em sua versão literal, mas, em particular, em sua ligação às ideias de apropriação e de interpretação, será aqui fundamental o recurso aos contributos da História Cultural. Usaremos como fontes as obras de Domingos Evangelista cujo conteúdo analisaremos.

Palavras-chave: tradução, escola ativa, pedagogia nacionalista.


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