Hábito sensório-motor: o preparo para a inteligência e suas implicações para a educação

Carla Luciane Blum Vestena, Carmen Lúcia Dias, Terezinha Ferreira da Silva Colombo

Resumo


O presente artigo tem por objetivo destacar as principais ideias piagetianas a respeito do período sensório-motor e sua importância na elaboração e adaptação das funções e estruturas preliminares para o desenvolvimento da inteligência bem como suas implicações para a educação. A metodologia adotada pautou-se em um levantamento bibliográfico com autores que tratam dos tópicos mencionados acima e na interpretação das obras de Piaget sobre a construção do conhecimento no período sensório-motor compreendido entre o nascimento da criança até os 2 anos de vida. O hábito vai se constituir em inteligência quando se coordenar em meios e fins, visto que uma coisa é repetir indefinidamente uma manobra que teve êxito, e outra coisa é tentar apanhar um objeto numa nova situação. Por isso, a vida é construtora de formas, e o hábito é uma delas. A relação fundamental que envolve o desenvolvimento e a aprendizagem não é a relação de associação e, sim é de assimilação. Isto requer três aspectos a serem conhecidos pelo educador infantil: o conhecimento do sujeito epistemológico, das matérias a serem ensinadas e o processo de interação entre as crianças e as educadoras.

Palavras-chave: hábito sensório-motor, conhecimento, educação.

 


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