Outra cidade é possível

Euclides Redin, Rosane Romanini

Resumo


Este texto visa a alertar para a urgência de se projetar outra organização da cidade moderna. Da forma como a cidade se estruturou na modernidade, tornou-se inviável para a convivência humana. Em função de sua opção pelo mercado e pelo consumismo numa sociedade de desiguais, de incluídos-excluídos, a cidade morre todos os dias um pouco como espaço de convivência, de encontro e solidariedade. Predominam a insegurança, as inúmeras formas de violência e as poluições incontroláveis. Se a cidade se estabeleceu assim, o foi por escolhas históricas; então, poderá ser reconstituída por novas opções a partir de novos parâmetros. Quem faz a cidade são as pessoas que aí moram, porém em absoluta desigualdade de condições. Outra cidade é possível se dermos prioridade à parte de sua população mais frágil: suas crianças, e, a cidade sendo boa para as crianças, o será para todos. Ela será mais bonita, mais segura, mais leve, menos violenta e mais feliz. Inspirados nas características predominantes da infância e em experiências internacionais de “cidades das crianças”, propomos a reflexão sobre outra cidade possível.

Palavras-chave: infância, cidade, educação, políticas públicas.

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