Formação humana e exclusão social Repensando possibilidades, revigorando limites...

Gomercindo Ghiggi, Avelino da Rosa Oliveira

Resumo


O presente texto parte de indagações: por que privilegiar os conceitos exclusão/ inclusão, em detrimento de opressão/libertação na análise educacional? Trata-se apenas de uma substituição de termos, irrelevante para o projeto socioeducacional? Ou será que, muito mais do que isso, trata-se de conceitos que envolvem distintas concepções sociais e projetos educacionais em confronto? O par excluído/incluído mantém o vigor emancipatóriorevolucionário dos conceitos oprimido/opressor de Paulo Freire? Ou, diferentemente, busca acomodações superficiais que deixa intocada a lógica estrutural do sistema capitalista? Diante das questões acima propostas, sempre provisoriamente, buscamos demonstrar que os conceitos exclusão e inclusão têm sido apressada e escassamente refletidos quando são apropriados para a fundamentação de projetos formativos. Nossa tese é: originando-se no seio de teoria criada em sustentação ao modelo capitalista, tais conceitos têm a tarefa de amenizar os impactos nefastos e desumanizadores resultantes do atual modelo de produção, e não de superá-lo.

Palavras-chave: educação, opressão-libertação, exclusão-inclusão.

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