Crônicas risíveis da corte universitária

Ana Rita Queiroz Ferraz

Resumo


A Universidade ao incorporar aos seus processos uma certa sisudez, contribui para fortalecer as narrativas hegemônicas e, conseqüentemente, o sentido “moral” da ciência. Em oposição, o riso, ambivalente e restaurador, dialoga com a seriedade aberta, na direção de uma Gaia Ciência. Avessos a toda forma de dogmatismo e fixidez, a concepção histórica do tempo e o caráter utópico, características do riso, permitem o deslocamento de perspectivas, possibilitando uma visão anticanônica da Universidade. A crônica universitária, ao narrar o cotidiano da vida institucional, reconhece-a como um corpo aberto e inacabado, incitando ao exercício da auto-ironia.

Palavras-chave: jogos de poder, humor, diálogo.

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