A modernidade como dilema entre a eticidade e a moralidade: a crítica de Charles Taylor à teoria do discurso

Pablo Holmes

Resumo


Charles Taylor não é um autor diretamente vinculado à Teoria Crítica. Na teoria política anglo-saxônica, costuma-se, em verdade, classificá-lo como um comunitarista. Segundo essa visão, ele estaria entre aquele grupo de autores que se contrapuseram às propostas liberais que, desde a década de 1970, ganharam bastante aceitação nas universidades norte-americanas, inspiradas por uma recolocação procedimentalista de teses contratualistas (Melo, 2002, p. 55-56). Os comunitaristas partiam de uma crítica fundamental ao conceito de liberdade negativa, que encontramos bem delineado em Kant, segundo o qual os sujeitos seriam dotados de um espaço pré-político de autonomia que não poderia ser limitado por nenhum poder posterior e que constituiria, em última análise, o fundamento da própria comunidade jurídica, como resultante de um contrato entre pessoas livres numa posição original de liberdade contratual.


Palavras-chave


modernidade, eticidade, procedimentalismo

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