Senciência corporal e autoconsciência

Leonardo Ferreira Almada, Luiz Otávio de Sousa Mesquita

Resumo


Buscamos, neste artigo, apresentar e analisar algumas das questões que, desde o final do século passado, têm mobilizado o setor da filosofia da mente responsável por discutir as relações entre processos de self, a consciência, o corpo, o ambiente e nossa representação de nós mesmos e do mundo. A partir da apresentação de nosso entendimento da noção de self, isto é, do que nos faz ser e/ou reconhecer o que nós somos ao longo do tempo, buscamos apresentar nossa visão particular, crítica e ampliada em relação à posição assumida pelos autores do texto que estudamos, e buscamos acrescentar nosso entendimento quanto ao papel desempenhado pela corporeidade na constituição da cognição e da mente. Neste artigo, propomos investigar como Eilan et al. (1995) problematizam a conciliação das chamadas (i) tese eu-como- sujeito e (ii) a tese da autoconsciência substantiva. Essa empreitada será realizada a partir da discussão de duas questões gerais: (i) o papel das teses da autoconsciência substantiva e do eu-como-sujeito nas discussões sobre as relações entre autoconsciência e corpo; (ii) as relações entre as noções de eu-como- sujeito, propriedade de si e indefinição do self.

Palavras-chave


Corpo e self; tese eu-como-sujeito; tese da autoconsciência substantiva; imunidade ao erro por identificação equívoca.

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