A Hidrelétrica Belo Monte: da controvérsia sobre energia limpa à produção da “verdade científica”.

Autores

  • Camila Dellagnese Prates Pós-doutoranda no PPG Sociologia na UFPel.
  • Léo Peixoto Rodrigues Professor Adjunto da Universidade Federal de Pelotas - UFPel; Professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia PPGS/UFPel; Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política PPGCPol/UFPel.

DOI:

https://doi.org/10.4013/csu.2020.56.1.08

Resumo

O artigo, vinculado aos estudos sociais da ciência e, mais especificamente às controvérsias científicas, problematiza a questão energética proveniente de hidrelétricas como fonte de geração de “energia limpa”. Apresenta-se, assim, de forma detalhada, a controvérsia da geração de energia limpa, em usinas de clima subtropical (região Norte do Brasil),
tomando-se como investigação empírica a Usina brasileira chamada de Hidrelétrica Belo Monte, situada no Pará. Ao se utilizar a metodologia de Bruno Latour (Latour, 2016) para descrever e cartografar a controvérsia demonstra-se que a “realidade” é fabricada por estudos tecnocientíficos que direcionam a análise dos estudos, excluindo importantes variáveis de suas equações gerando conflitos ambientais relacionados com a controvérsia da energia limpa.


Palavras-chave: Hidrelétrica Belo Monte. Controvérsias científicas. Energia limpa.

Biografia do Autor

Camila Dellagnese Prates, Pós-doutoranda no PPG Sociologia na UFPel.

Doutora em Sociologia. Pós-doutoranda
e professora colaboradora no Programa de
Pós-Graduação em Sociologia na Universidade
Federal de Pelotas.

Léo Peixoto Rodrigues, Professor Adjunto da Universidade Federal de Pelotas - UFPel; Professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia PPGS/UFPel; Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política PPGCPol/UFPel.

Doutor em Sociologia. Professor associado no
Programa de Pós-Graduação em Sociologia e no
Programa de Pós-Graduação em Ciência Política
na Universidade Federal de Pelotas.

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Publicado

2020-04-14

Edição

Seção

Artigos