Fotografia e aderência simbólica: “aura”, “engajamento” e “memória” no protagonismo fotográfico

Maria da Conceição Francisca Pires, Sergio Luiz Pereira da Silva

Resumo


A partir dos referenciais de Barthes (1980), Benjamin (1996), Bourdieu (1979) e Halbwachs (1990), propomos discutir os elementos que favoreceram que as fotografias “Mãe Migrante” e “A Morte do Miliciano”, produzidas por Dorothea Lange (1936) e Robert Capa (1936), respectivamente, tenham se incorporado a um imaginário coletivo, adquirindo o caráter de marco referencial de uma determinada realidade histórica. Entendemos que tais imagens têm em comum a relação que estabeleceram com o arquivo de memórias e experiências das sociedades retratadas construindo, para este público, uma narrativa visual sobre a experiência vivida e influenciando suas dinâmicas sociais e políticas na esfera pública, bem como favoreceram uma reflexão profunda sobre o ato fotográfico, no que tange à sua feitura técnica e ao seu caráter político.

Palavras-chave: aura, fotografia, memória.


Texto completo: PDF



ISSN: 2177-6229 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

Licença Creative Commons
Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. [atualizado em 25/05/2016]

São Leopoldo, RS. Av. Unisinos, 950. Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022 -750. Atendimento Unisinos +55 (51) 3591 1122 - Banner artwork by Z Shinoda.
Projeto gráfico: Jully Rodrigues