A economia criativa e o campo étnico-quilombola: o caso Kalunga

Thais Alves Marinho

Resumo


A postura e as práticas de cada ator do campo étnico-quilombola geram possibilidades e constrangimentos institucionais, que orientam os sentidos dos moradores da comunidade Kalunga, segundo o arbítrio de seus respectivos habitus historicamente formados, mas contornados pelos saberes acessados ao longo do desenvolvimento ontogenético. São essas redes de interdependência que serão analisadas a seguir, visando compreender como os saberes são adquiridos e reacomodados, num ambiente de lutas entre diretrizes que visam a atender as demandas racionalistas e interessadas do mercado aos moldes liberais, gerando falso reconhecimento numa perspectiva formalista de igualdade, e entre diretrizes que buscam valorizar a particularidade desses grupos, numa tentativa de gerar reconhecimento e autonomia identitária, numa perspectiva comunitarista do multiculturalismo, que habilita a economia criativa. Os embates entre essas posturas geram desafios para a gestão desse emergente setor, que serão analisados a seguir.

Palavras-chave: economia criativa, identidade Kalunga, reconhecimento.


Texto completo: PDF



ISSN: 2177-6229 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

Licença Creative Commons
Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. [atualizado em 25/05/2016]

São Leopoldo, RS. Av. Unisinos, 950. Bairro Cristo Rei, CEP: 93.022 -750. Atendimento Unisinos +55 (51) 3591 1122 - Banner artwork by Z Shinoda.
Projeto gráfico: Jully Rodrigues


Crossref Member Badge Crossref Similarity Check logo