Memória social da Batalha do Jenipapo: trilhas e enredos patrimoniais em Campo Maior (PI)

Maria Dione Carvalho de Moraes, Juliana Rodrigues Cavalcante

Resumo


Na contemporaneidade, há um considerável incremento no campo de referentes culturais a serem “preservados”, com a consequente proliferação de instituições/mecanismos acionados ante a ameaça de ruptura/desaparecimento desses referentes, com crescente valorização das identidades locais, e do passado interpelado por circunstâncias e necessidades do presente. No âmbito desse boom da memória, focalizamos o processo de atribuição de sentidos e (res)significações a um evento historiografado, e narrado na tradição oral, como uma luta importante no processo de independência do Brasil: a Batalha do Jenipapo, ocorrida na vila de Campo Maior (PI), na Região Nordeste do Brasil, às margens do riacho Jenipapo, em 13 de março de 1823. Para tanto, abordamos o trabalho polifônico e polissêmico da memória social que se realiza nas convergências e divergências entre história, mito e signos tangíveis, tais como, monumentos difusos, lugares de memória, na cidade de Campo Maior (PI).

Palavras-chave: memória social, Batalha do Jenipapo, patrimônio cultural, tradição oral.


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