Saúde Pública: do indivíduo à população

Anita Guazzelli Bernardes, Eduardo Cavalheiro Pelliccioli, Neuza M.F. Guareschi

Resumo


Este artigo analisa a saúde pública a partir de linhas histórico-teóricas, as quais se tornam condições de possibilidade para anexar a saúde a um campo de racionalidade constituído como um território público. O público no campo da saúde torna-se uma problemática que irá constituir as massas, as epidemias, o pauperismo e o trabalho como objeto de intervenção do Estado moderno. As linhas descritas circunscrevem modos de existência em determinados espaços-tempo, tais como a experiência grega e a experiência europeia que aproximam o público da saúde: público, saúde e política; público, população e epidemias. Esse percurso visa situar certas formas de subjetivação por meio de um dispositivo de publicização. Para tanto, são utilizadas ferramentas conceituais foucaultianas em uma articulação com o pensamento de Robert Castel e Hanna Arendt.

Palavras-chave: saúde pública, dispositivo de publicização, formas de subjetivação.

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eISSN: 2177-6229 | ISSN-L: 1519-7050 | Melhor visualizado no Mozilla Firefox

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