TEA – TRANSFORMAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TREM DE OAXACA: AVALIAÇÃO DE UM WORKSHOP DE COCRIAÇÃO

Bruno Seve, Ernest Dominguez Redondo

Resumo


Protestos urbanos no século XX marcaram uma mudança social e política que mudou a maneira como transformamos nossas cidades, ou pelo menos deveria: projetar os espaços urbanos para as pessoas, mas principalmente com as pessoas. Hoje, parece muito claro que a participação e os processos de baixo para cima se tornaram uma preocupação central no projeto urbano. Nesse novo contexto, nossa pesquisa atual propõe a criação de uma metodologia com novas estratégias (ICT, ferramentas lúdicas como desenho urbano, planejamento tático). Isso implica a análise do presente em vários estudos de caso, nos quais os destinatários finais do planejamento urbano - seus usuários - co-projetam o projeto. O principal objetivo deste artigo é avaliar o método que usamos no TEA (Taller Espacios Abiertos). Esse método, que segue a ideia de ação urbana ou DIY urbano, tem sido estudado em dois níveis: primeiro, como mecanismo de participação e segundo como nova forma de ensinar arquitetura, com ações urbanas em escala 1/1. Neste estudo de caso, a transformação da antiga estação ferroviária em um centro cultural foi articulada com oficinas de co-criação, assembléias, modelos evolutivos, mas principalmente oficinas de autoconstrução. Para obter os resultados, utilizamos uma avaliação doble: quantitativa e qualitativa. Os resultados mostram que ele foi bem-sucedido não apenas como uma ferramenta participativa, mas também como um processo social e como uma forma de aprender projetos em design e arquitetura.

Palavras Chave: Participação, urbanismo pop-up, urbanismo tático, bottom-up, autoconstrução.


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DOI: https://doi.org/10.4013/arq.2020.162.03



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Os croquis utilizados no banner (da esquerda para a direta): Pavilhão do Brasil na Expo 70 (Osaka, Japão) e Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) do arquiteto Paulo Mendes da Rocha©.

Projeto gráfico: Jully Rodrigues
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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