AVALIANDO A FLEXIBILIDADE EM PROJETOS HABITACIONAIS DE MASSA IMOBILIÁRIA

Golshid Gilani, Özlem Olgaç Türker

Resumo


Uma das considerações mais importantes no design de habitações é a flexibilidade, que se refere à ideia de incluir mudanças ao longo do tempo. Ao olhar para a atual arquitetura residencial do Chipre, especialmente na habitação imobiliária como um subconjunto de habitação de massa, infelizmente, a flexibilidade não é considerada o suficiente como um conceito de liderança. O objetivo desta pesquisa é avaliar noções e fases de flexibilidade em projetos habitacionais imobiliários em um contexto residencial recentemente desenvolvido na linha costeira de Salamis, entre as cidades de Famagusta e de Trikomo. O primeiro passo é a avaliação da flexibilidade a partir de uma perspectiva arquitectônica, analisando os desenhos arquitectônicos dos projetos e descobrindo o potencial de flexibilidade em longo prazo em termos “estruturais”, “funcionais” e “culturais”; enquanto o segundo passo é avaliar a flexibilidade em três fases, “design”, “construção” e “uso”, por meio do uso de questionários com empresas de construção e usuários. Os resultados indicam as oportunidades de flexibilidade da perspectiva da empresa e desfragmentam as necessidades de flexibilidade externas e internas dos habitantes em três fases diferentes. O estudo destaca o papel das empresas e dos arquitetos na concepção de habitações flexíveis que se podem adaptar a vários usuários e a suas necessidades e preferências na mudança.

Palavras-chave: Adaptabilidade, necessidades dos usuários, fases de flexibilidade, espaço interior, arquitetura.


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ISSN: 1808-5741 - Melhor visualizado no Mozilla Firefox

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Os croquis utilizados no banner (da esquerda para a direta): Pavilhão do Brasil na Expo 70 (Osaka, Japão) e Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) do arquiteto Paulo Mendes da Rocha©.

Projeto gráfico: Jully Rodrigues



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