RESIDÊNCIAS DE ESTUDANTES NAS UNIVERSIDADES ‘PLATEGLASS’: UM ESTUDO COMPARATIVO

Débora Domingo-Calabuig, Laura Lizondo-Sevilla

Resumo


O relatório Robbins, publicado em 1963, fez o balanço do ensino superior no Reino Unido no pós-guerra e propôs novas orientações para as políticas de acesso à universidade. Esforços muito significativos foram então feitos para promover sete novas universidades ou, usando a expressão cunhada por Michael Beloff em 1968, universidades ‘plateglass’. Essa iniciativa contou com uma estreita cooperação de equipes interdisciplinares, em que os arquitetos presentes se esforçaram por traduzir em seus edifícios os objetivos educacionais. A literatura atualmente disponível analisa a situação anterior, durante e após esse vasto empreendimento a partir de pontos de vista sociológicos e do ensino. De igual modo, tem um olhar próximo sobre as obras arquitetônicas dignas de nota. Há, no entanto, poucos estudos comparativos das residências, sendo este trabalho o primeiro a comparar a arquitetura das residências de estudantes e seu contributo para o ensino universitário nas universidades ‘plateglass’. Os autores, depois de desenharem e compararem as plantas das residências de estudantes de sete universidades alvo de estudo, analisaram-nas em sua relação com os respetivos projetos urbanos e arquitetônicos. Os resultados obtidos refletem uma visão crítica de como as residências de estudantes contribuíram para o desenho dos campi, dando um foco particular às esferas privada e comunitária da vida estudantil.

Palavras Chave: Arquitetura do ensino superior, pós-guerra na Grã-Bretanha, residências, faculdades.


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Os croquis utilizados no banner (da esquerda para a direta): Pavilhão do Brasil na Expo 70 (Osaka, Japão) e Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) do arquiteto Paulo Mendes da Rocha©.

Projeto gráfico: Jully Rodrigues



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